(...)
Como proposta de
atividade da oficina “Experiência e
Vida”, (...), foi solicitado que preparássemos um escrito sobre nossa
história de vida com foco em nossa formação (trajetória), ainda assim,
pontuou-se que: “a história deveria ser
narrada não como uma cronologia, mas como um enredo que levou cada um de nós a
especialização e o que consideramos
importante em nosso processo formativo”.
Nesse sentido,
poder narrar minha trajetória sem a obrigação de seguirmos uma cronologia foi
uma agradável surpresa, pois, se essa narrativa deve ser construída a partir de
memórias, a não linearidade do enredo constitui-se para mim algo praticamente
inevitável.
Assim, pelos “ossos
do ofício” (enquanto historiadora) acredito que o passado só pode ser
“verdadeiramente” significado a partir daquilo que nos faz sentido no presente,
por isso, optei por iniciar este trabalho partindo de minha formação acadêmica
atual.
Outro ponto que quero
destacar, a princípio, refere-se à minha incapacidade de definir a "formação" na
dicotomia: “pessoal x social”.Considero que o conhecimento é construído pelo conjunto de coisas, pessoas e
momentos que despertam em cada indivíduo sensações e interpretações singulares
de afinidade, repúdio e/ou indiferença.
Assim, acredito que
nossa formação se dá a partir dessa correlação entre o psicológico, o social, o
físico, o cultural, entre pessoas, coisas, sentimentos e oportunidades.
Pretendo apresentar
nessas minhas lembranças algumas pessoas, coisas, lugares e pequenas sutilezas
que acredito estarem diretamente ligadas à minha escolha profissional enquanto
Professora (Educadora), Historiadora e Pesquisadora de Patrimônios e
Memórias.
Para acessar o texto completo enviar e-mail para: deborahcnunez@gmail.com
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