“Ensinar História é criar condições para que o aluno (...)
possa despertar o senso crítico para “entender que
o conhecimento histórico não é adquirido como um “dom
e sim através de pesquisas, de redescobertas”.
(SCHMIDT, 2004 p.57)
A sala de aula não é mais entendida apenas como “o espaço de transmissão de conhecimento” tampouco, é o único local de aquisição de conhecimento científico e/ou cultural.
Atualmente, pode-se considerar que toda “estrutura educacional”, desde o espaço de aprendizagem, os materiais de suporte pedagógicos, aos tipos conhecimentos de alunos e professores e as políticas públicas da educação constituem espaços de conhecimento e exigem cada vez mais a atualização e adequação às novas tecnologias e a “mutação contemporânea da relação com o saber” (Pierre Lévy).
Essa mudança deve-se não exclusivamente ao desenvolvimento tecnológico, mas ao conjunto de tudo que essas “inovações” representam, possibilitando um maior acesso bem como uma maior “divulgação” (e criação) de diferentes saberes.
Esses saberes acessados a partir do universo virtual extrapolam o conhecimento acadêmico e proporcionam um significativo aumento na interatividade alterando o conceito de tempo, espaço, de cultura, renovando aquilo que se considera um saber.
Nesse sentido, na educação, a formação de professores e alunos pelos meios tradicionais de ensino e transmissão do conhecimento não suprem mais as demandas contemporâneas. Ainda sim, o próprio “discurso” de transmissão de conhecimento tonar-se cada vez mais obsoleto (...)
(Para ler este artigo na integra basta mandar um e-mail para: deborahcnunez@gmail.com )
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