segunda-feira, 28 de outubro de 2013

PRÁTICA X ÉTICA: A Informatização da educação e o papel do docente.




Déborah Coimbra Nuñez



“A Técnica não é nem boa, nem má, tampouco neutra”.
 

O uso da internet por crianças e adolescente é algo cada vez mais recorrente, aliás, se considerarmos que a cada nova geração o uso da internet torna-se cada vez mais corriqueiro e tendo em vista o aumento do uso deste tipo de ferramenta no Brasil, é pertinente considerarmos que, atualmente, a utilização do ambiente virtual por crianças e principalmente por adolescente ocupa um lugar de destaque.
Não é nosso objetivo neste trabalho fazer uma pesquisa quantitativa deste jovem público tampouco propormos discutir sobre os prós e os contras relativos ao uso da internet, pois, de fato, a internet já faz parte da vida na contemporaneidade, assim, buscamos num primeiro momento perceber como este público jovem interage com essa tecnologia ao que diz respeito a suas responsabilidades perante suas condutas.  
Nesse sentido, é importante destacarmos que muitos trabalhos (estudos e artigos) ao enfatizar a vitimização de crianças e adolescentes às “agressões virtuais” deixam de atentar-se que muito desses “crimes” são cometidos por estes “jovens usuários” que muitas vezes se esquivam de assumir suas responsabilidades alegando desconhecimento ou que decorrente de uma “simples brincadeira”... Cometem atos infracionais tornando-se esses os próprios “vilões” da história, principalmente quando o assunto aborda, as “redes sociais”[1], tais como: facebook, twitter, blogs ... 


[1] Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social